sexta-feira, 5 de julho de 2013

AS TECNOLOGIAS NA ESCOLA CONTINUAM NA IDADE DA PEDRA...



O professor,  o gestor e as Tecnologias na Escola...



Anuncia-se um novo tempo, a Idade da Pedra ficou para trás, cabendo a cada educador seja gestor ou professor participar de processos de formação continuada...” .


             As tecnologias foram inicialmente utilizadas para facilitar as atividades administrativas do ambiente escolar. Mais tarde essa ferramenta passou a ser inserida em projetos e atividades diversificadas contribuindo para expandir e facilitar o acesso a informação, estabelecer relações, articular novos ambientes e espaços, promovendo uma gestão  mais participativa e democrática. Contudo o uso de tecnologias não pode ser simplesmente um catalizador para as mudanças. Reflexões sobre a realidade do espaço escolar envolvem o uso de todos os recursos hoje disponíveis para um trabalho que garanta efetivo sucesso. 

                É urgente que as ações sejam pautadas na análise e na identificação dos problemas presentes de modo a transformar o fazer pedagógico. Algumas alternativas para o uso das TICs são: trocar experiências comunicar-se com os pais, ampliação da comunidade as informações da escola, formação de professores e gestores, etc. Exemplo disso é o Programa PROINFO do Ministério da Educação que além de formar variados grupos de professores, atua na ampliação do acesso às tecnologias para os alunos. Ainda existem algumas barreiras no uso das tecnologias. Podemos citar as instalações, falta de pessoas para realizar os projetos, pouca formação, a assistência técnica aos aparelhos, entre outras. 

              O uso das tecnologias deve ser levado a toda comunidade escolar: alunos, professores, servidores e gestores para que todos possam contribuir e criar responsabilidades no fazer e aprender. Os ambientes virtuais abrem espaços diversificados de aprendizagem onde a criatividade e a liberdade propiciando uma construção coletiva do conhecimento ajudando os gestores na busca, avaliação e no planejamento de ações dentro da escola. É tempo de ampliar horizontes, cabendo a professor e gestor inserir-se em formações e redes colaborativas para que possam anunciar novas possibilidades.

             “Anuncia-se um novo tempo, cabendo a cada educador seja gestor ou professor participar de processos de formação continuada...” (p.09). Assim, a formação é a base da ação. Todos devem estar inseridos  no processo de construção do uso das tecnologias na escola. O gestor deve fomentar condições a fim de que todos possam ter oportunidades de interação a fim de que as necessidades da escola encontrem mais um caminho para o planejamento coletivo e construção de soluções viáveis à realidade local. Seja usando computadores, tabletes, celulares ou outras tecnologias. Elas estão na escola e precisamos aprender a lidar com essas novidades em nossas aulas.


           Enfim, o fazer pedagógico enfrenta barreiras na formação do professor e do gestor que por motivos variados podem não estarem motivados em participar de formação e tão pouco usar novas ferramentas de ensino e inovação escolar. Será uma realidade apenas em meu ambiente de trabalho? Podemos mudar essa realidade?


ALMEIDA. M. Gestão de Tecnologias na Escola, Série “Tecnologia e Educação: Novos tempos, outros rumos” Programa Salto para o futuro, setembro de 2002. Disponível em:< http://moodle.mec.gov.br/unb/mod/data/view. phpd =1135 .


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