domingo, 24 de março de 2019

EXTREMA VIOLÊNCIA NA ESCOLA


POSSIBILIDADES DE SUPERAÇÃO


POR MARLI DIAS RIBEIRO





A violência em instituições escolares sempre é um tema que gera debates e indignação por envolver crianças e jovens. Os profissionais da educação precisam ampliar o olhar para o tema em busca de alternativas e novas possibilidades. No artigo: extrema Violência na Escola procuro   apresentar   uma investigação ampla de situações presentes em instituições escolares. Embora a violência alcance variados contextos e espaços, o objetivo foi identificar formas de superação organizadas na escola quando a violência desencadeia em homicídio dentro da instituição.
Apresento aqui apenas o resumo de  uma pesquisa científica em que  a metodologia utilizada foi a investigação bibliográfica com leitura crítica do material coletado e análise de estudos em que o tema da morte na escola esteve presente. O lapso temporal foi o período dos anos de 2006 a 2017, com ênfase, nas ações de prevenção e de novas alternativas de enfrentamento da violência, sobretudo, para os casos envolvendo homicídios em instituições escolares. Infelizmente ainda lidamos com vários casos de tragédias em nossos contextos escolares.
O trabalho concluiu que a superação da violência está vinculada a ações de prevenção, a novas propostas de currículo, à gestão participativa e democrática pautada em relações de diálogo com a comunidade escolar. Esses aspectos mostram-se importantes enquanto mecanismos de prevenção em casos de extrema violência. Eles também auxiliam na ampliação e geração de estratégias de enfrentamento do problema e são possibilidades de superação por meio da participação coletiva e colaborativa. É  possível educar para a paz, é possível viver em paz, é possível...



O texto contendo a pesquisa completa está publicado em:
Comunicologia - Revista de Comunicação da Universidade Católica de Brasília v. 11, n. 2 (2018): V. 11, N. 2, JUL./DEZ., 2018
https://portalrevistas.ucb.br/index.php/RCEUCB/issue/view/545



terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

LIVRO, O MELHOR AMIGO DO EDUCADOR... ESCREVER É POSSÍVEL



LIVRO,  O MELHOR AMIGO DO EDUCADOR... ESCREVER É POSSÍVEL

Arrisque-se a escrever, todos podem...

Um pouco sobre a história dos livros


            Quando pensamos em um livro, geralmente imaginamos um conjunto de folhas impressas em papel. Nossa ideia de livro está associada ao material concreto, à técnica de impressão, a capa, ao desenho, à costura. Quando juntamos textos escritos à mão ou lemos no computador parece-nos fugir a materialidade do livro. Mas, temos hoje, E-boockers, Blogs, Vlogs, redes sociais, páginas e tantos outros escritos, diversos e únicos. Infinitas possibilidades...

            Mas nem sempre foi assim! De onde vem o termo, a palavra "livro"? Ela vem da forma latina liber, que era o nome da camada externa da casca das árvores, onde se escrevia antigamente. Os livros nem sempre tiveram o formato atual. Foi durante a Idade Média que passaram a ter um aspecto parecido aos de hoje. Antigamente, como eram escritos à mão, existiam poucos exemplares, raros eram os leitores.

            Em 1436, na Alemanha, um joalheiro chamado Johannes Von Gutenberg inventou a imprensa. Graças a essa invenção, puderam ser feitas muitas cópias de um mesmo livro, não sendo mais necessário copiá-los à mão. A partir da invenção da imprensa, no século XV, foi possível imprimir exemplares em grande quantidade, tornando-os acessíveis a um maior número de pessoas. Porém eram poucos os letrados. Mulheres leitoras uma raridade.
            Mas quem escrevia os livros? Inicialmente, os homens escreviam para anotar a quantidade de animais que tinham, guardar a informação e controlar os animais que eram vendidos, que se perdiam ou que morriam. O que se escrevia na Antiguidade, portanto, não eram livros, mas breves anotações comerciais e   documentos. Apenas os sacerdotes podiam escrever livros porque se acreditava ser a escrita um dom sagrado concedido pelos deuses a sujeitos escolhidos. Essas pessoas eram as únicas que tinham permissão para ler os livros sagrados. Ainda hoje a ideia de dom ou capacidade nata é associada a essa visão dogmática do ato de escrever. Mas acreditem, todos podem escrever… Todos!

            Na  Idade Média, na Europa, os monges eram encarregados de copiar os livros à mão. Esses monges eram chamados copistas.  Já nos países do Oriente, como na Pérsia, por exemplo, os encarregados de copiar e ilustrar livros não eram os monges, mas sim algumas famílias. E todos os membros da família  deviam se dedicar  a esse trabalho.

            O fato é que livros sempre geraram conflitos por expandirem informações. Ao longo da história, muitos episódios de dominação destruíam bibliotecas. Dessa forma, controlavam a história dos povos e  a experiência dos seus antepassado contida nos livros. Isso aconteceu com a famosa Biblioteca de Alexandria, no Antigo Egito: quando os romanos invadiram a cidade de Alexandria para conquistá-la, queimaram a sua imensa biblioteca. Na Europa, no período da Inquisição, entre os séculos XV e XVI, a Igreja Católica também ordenou a queima de livros considerados contra a fé cristã. Quase em meados do século XX, durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de livros foram queimados em praça pública pelo regime nazista por serem considerados contrários ao sistema político.
Por isso, escrever, ler e ter  livros foi e sempre será um ato de rebeldia, um movimento de contestação que precisamos construir e reconstruir. Por isso, escrevo nesse espaço virtual, nas redes socias, e claro escrevi um livro. Acreditem, escrever sempre será uma forma de democratizar o conhecimento.

Referencia: TEBEROSKY , Ana e COLL de Cesar. Aprendendo Português. Conteúdos essenciais para o Ensino Fundamental de 1a a 4a série. Ática, 2000.
IMAGENS: Aplicativo Bitmoji e arquivo pessoal

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

POR QUE DEVEMOS PLANEJAR A ESCOLA E A SALA DE AULA?

Por que os gestores escolares e professores 

devem planejar?


Por Marli Dias Ribeiro

A maioria das pessoas não planeja a falha, elas falham no planejamento.
( Jonh Beckley)

         Encerramos  mais um ano e devido a dinâmica que envolve a gestão escolar, fechamos um ciclo, um período letivo terminou. Iniciamos a partir de agora as avaliações de uma etapa que se findou para pensarmos um novo planejamento. Parece ser uma receita dos tempos da vovó, mas sempre cabe alertar que sem planejamento, sem resultados…
     Para dar certo, para nossas escolas crescerem, para nossos estudantes aprenderem, devemos planejar. Se tardarmos em planejar, ou não planejarmos, é certo que falharemos. Em educação, seja na gestão da escola ou na gestão da sala de aula a prioridade é partir para o planejamento!
Gestores e educadores que se apropriam dessa ferramenta indicam que o planejamento abre possibilidade pois:

1.   Reduz as ações e reações baseadas na emoção, no achismo, na adivinhação e na intuição por oferecer bases teóricas sólidas e dados pautados em  resultados contextualizados.

2.   Pode-se  fazer mais do que efetuar alterações marginais e simplistas de projetos que não deram certo e necessitam de ajustes por aprofundar as análises.
  
3.   Evita um estado de “apagar fogo” corriqueiro nas escolas, a eterna emergência e o corre-corre,  auxiliando e antecipando diretrizes para ações ponderadas e controladas de problemas frequentes.

4.   Minimiza muitas falhas e pequenos problemas corriqueiros da rotina escolar evitando desgastes desnecessários.


5.    Assegura que cada ação na escola possa ser coordenada e compartilhada, o que ajuda a decidir se cada função está adequadamente identificada,  e se o indivíduo responsável tem realizado suas atribuições.

6.   Organiza as decisões que têm melhores chances de produzirem as consequências desejadas tanto no presente,  como para o futuro.
  
7.   Tende a diminuir as burocracias pois  ajuda a dividir melhor as tarefas do dia a dia,  e  a ajustar e reduzir o caminho dos processos.

8.   Promove atitudes de coletividade, cooperação e democracia,  delegando tarefas e atribuições a todos.
  
9. Incentiva a criatividade, a autonomia, motivando a equipe, e sensibilizando para o enfrentamento dos problemas.

10.  Dá visibilidade ao  resultado dos esforços anteriores e indica caminhos para novas ações o que pode  ajudar a romper com a resistência ao planejamento.

11.Estabelece um clima escolar de transparência, amizade e companheirismo,  evitando competitividades e estresses.

12.Promove resultados que podem ser compartilhados por toda comunidade e principalmente,  pelos estudantes.

13.  Indica que acertos e erros podem acontecer. Por isso, não tenham medo de errar,  pois como dizia Albert Einstein; ‘ a pessoa que nunca cometeu um erro,  nunca tentou algo novo’.

         Por fim, elabore o planejamento com as bases teóricas que fundamentam as aprendizagens, utilize os mais variados instrumentos, as diversas  metodologias disponíveis, invente e reinvente, mas tempere tudo isso com o melhor que você pode oferecer a sua comunidade que é o diálogo, a democracia,  o comprometimento e o amor.

domingo, 25 de novembro de 2018

ENSINO MÉDIO COM 20% DE DISCIPLINAS Á DISTÂNCIA SERÁ O REMÉDIO? QUE NOVO ENSINO MÉDIO É ESSE ?




 ENSINO MÉDIO COM 20% DE DISCIPLINAS Á DISTÂNCIA SERÁ O REMÉDIO PARA A CRISE? QUE TIPO DE  NOVO ENSINO MÉDIO PRECISAMOS?




Manchete mostra um grande desafio para a educação: Conselho Nacional de Educação aprova 20% de Ensino Médio online-Ead. O argumento é de que modalidade vai ajudar na oferta de disciplinas optativas.

Nos jornais aparecem manchetes destacando o grave problema do Ensino Médio brasileiro. Autoridades chegam a dizer que ele é um desastre. Estudos internacionais como o PISA e dados da   Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que compara dados educacionais de 45 países, mostra, mais uma vez, que apesar dos avanços obtidos na última década, os resultados brasileiros continuam insatisfatórios.
 Lamentável revelar que metade dos brasileiros adultos não conclui o Ensino Médio e que a formação e salários dos professores continuam baixos.
Existe uma relação direta com a valorização docente e os resultados da aprendizagem dos estudantes. Os professores brasileiros continuam com pouca formação, salários insuficientes, o que torna a atividade pouco atrativa.  SEGUNDO O SAEB- 2017, 70% DOS ESTUDANTES DE 14 A 17 ANOS, ESTÃO   ABAIXO DA META DE APRENDIZAGEM   ESPERADA.
É lamentável pensar que a solução encontrada no chamado NOVO ENSINO MÉDIO seja reforçar ainda mais o distanciamento entre o aluno e professor propondo disciplinas à distância. Se as escolas não possuem livros, banheiros, e em alguns casos cadeiras para sentar, terão rede de computadores e internet? Se as grandes dificuldades de aprendizagem são em português e matemática as lacunas serão resolvidas? As empresas de Educação em Ead estão nesse projeto?
A crise parece não ter fim. Com o cenário de baixos investimentos públicos em educação é pouco provável que a situação se modifique. A aprovação da proposta de emenda constitucional que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos, que ficou conhecida como "PEC dos Gastos" agrava o quadro e a mágica do Ensino à distância coloca lenha na fogueira. ENSINO MÉDIO COM 20% DE DISCIPLINAS Á DISTÂNCIA SERÁ O REMÉDIO?
Porções mágicas e soluções de gabinetes continuam dando rumos à educação no Brasil. E esses mesmos mandantes esperam resultados satisfatórios?  Que paguem o preço professores, alunos e comunidade.  Mais precarização, menos aprendizagem, mais abismos entre os Estados.
É esse o Novo Médio  que precisamos?

domingo, 4 de novembro de 2018

O PROFESSOR AINDA DEVE PROFESSAR?




O PROFESSOR AINDA DEVE PROFESSAR?

Por Marli Dias Ribeiro



         No século passado o papel do professor estava vinculado a repassar a informação e, talvez, o conhecimento. Professar uma coleção de enredos, livros, fórmulas, informações acumuladas pelas gerações passadas aos estudantes. Hoje, com o advento das novas tecnologias da informação e do conhecimento o papel do professor precisou ser reinventado, até chegaram a arriscar no desaparecimento da profissão. Nessa conjuntura,  mediação aparece com força, e professar uma verdade absoluta , não faz parte da nova postura do educador. Temos ainda conteúdos a ministrar, porém, a significação de nossa prática pedagógica e de como levar isso para os jovens nas escolas nunca foi  uma tarefa tão complexa e desafiadora como agora.
         Na Sociedade do Conhecimento educandos e educadores tem acesso a uma inimaginável gama de informações ao toque de uma tecla, e nosso grande desafio é mediar como essa informação será interpretada, avaliada, lida de forma crítica e contextualizada. Torna-se evidente que somos desafiados a desenvolver competências profissionais que passam necessariamente pela ampliação do universo de conhecimentos e pela reflexão sobre nossas práticas, nossas posturas e de nossa atitude ética. Agora, mais que nunca, somos aprendizes.
         Se nossos prédios escolares, nossos livros didáticos, nossa organização pedagógica, nossa graduação, ainda não mudou, os desafios da pós-modernidade constroem um caminho que não tem volta, a mudança no mundo está posta, e somos parte da sociedade, teremos que despertar, nos conectar.  Possivelmente, nossas   atitudes de leitura de mundo passa pela mediação da aprendizagem, pela aula significativa, pelas novas formas de ler e ver a informação. Penso não existir outra forma de aprender que não seja o estudo, a formação, reflexão crítica e ativa de nossa prática.
         Imagino e  vejo algumas  escolas ainda não acordaram e não nos ensinaram a lidar com os novos desafios. Nos resta reagir, agir, sobreviver, arregaçar as mangas e assumir nossa postura de professores. Estudar é preciso, professar não, precisamos ir além!
         E mesmo em tempos de incertezas e dúvidas, o fundamental em nossa ação educativa, será seguir transformando por meio de  nosso trabalho. Um trabalho que pode ser esperança para os estudantes. Por eles é que existimos enquanto professores, educadores, mediadores. Vamos errar?  Podemos errar, mas continuaremos tentando. Como Clarice Lispector nos ensina, sempre ao começar cada trabalho, devemos nos preparar para errar, faz parte da caminhada de todo aprendiz. No erro podem existir possibilidades.
          Assim, sigamos nos aprimorando como gente, como profissional, como eternos estudantes pois, enquanto existirem dúvidas,  continuaremos nos movendo por respostas e não professando meias verdades ou ilusões de verdades absolutas.

         E não me esquecer, ao começar o trabalho, de me preparar para errar.

          Todas as vezes em que não dava certo o que eu pensava ou sentia é que se fazia enfim uma brecha, e, se antes eu tivesse tido coragem, já teria entrado por ela.
         Meu erro, no entanto, devia ser o caminho de uma verdade, pois quando erro,  é que saio do que entendo.

         Se a "verdade" fosse aquilo que posso entender, terminaria sendo apenas uma verdade, pequena, do meu caminho.

Clarice Lispector


quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A CRISE EDUCACIONAL FOI, E É PLANEJADA



A CRISE EDUCACIONAL FOI,  E É PLANEJADA

Ela não é uma crise é um projeto



Por Marli Dias Ribeiro




            Essa frase de Darcy Ribeiro em 1977, numa palestra que ele chamou de “SOBRE O ÓBVIO”, continua atual mesmo tendo sido dita a mais de quatro décadas. Os números de nossa educação revelam uma situação lamentável. Se o Estado não investe suficientemente  em Educação podemos considerar que a crise é planejada, ela é uma consequência prevista e pode até ser calculada. Não existem bons resultados sem projetos e investimentos. Apesar de na última década terem ocorridos alguns avanços principalmente, em relação ao acesso, temos grandes desafios a enfrentar. Os dados revelam uma crise que se arrasta e parece ser previsível e intencional.
            Segundo dados do relatório Education at a Glance 2018, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os resultados revelam  o que muitos de nós suspeitamos:  mais da metade da nossa população adulta entre 25 e 64 anos não concluiu a Educação Básica em 2015, o dobro da taxa média das nações que fazem parte da OCDE.  Nossos resultados estão  acima de países como Argentina (39%) e Chile (35%). Além disso, o Brasil também aparece em segundo lugar na lista dos países com maior desigualdade de renda entre os 49 participantes do relatório  o que para alguns estudiosos parece ser uma consequência da baixa escolarização da população.
            Quando analisamos os dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017  os indicadores revelam que   60% dos estudantes do 9° ano do Ensino Fundamental e 70 % do 3° ano do Ensino Médio tem aprendizado insuficiente em português, segundo os critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC). Isso significa que ao longo dos anos esses estudantes não aprenderam o suficiente e necessitam de políticas públicas de intervenção pedagógica com urgência em várias competências. A palavra que não pode faltar é Política, e  Politicas Públicas diretamente ligadas a solução do problema. Isso significa dizer: investimento, dinheiro, recursos. O resultado de tanto abandono e negligência são e estão expostos no alto índice de desempregados, milhares de cidadãos excluídos, violência, e mazelas na saúde e segurança. Pergunto, se chegamos à revolução industrial com cem anos de atraso, para chegarmos a atual sociedade do conhecimento e das novidades tecnológicas serão QUANTOS séculos de atraso?
            Enquanto não entenderem E NÃO ESCLARECERMOS  que educação é prioridade e que requer investimentos, continuaremos sem grandes avanços. Essa crise é planejada, é visível e se perpetua. Dizem que os números não metem, e nesse caso revelam os fracassos.  Esses números, por outro lado, também podem nos indicar onde devemos investir nossas riquezas para superar os problemas da educação.

         Será que os dados existentes , os variados estudos,  e os relatos da realidade não ajudam a planejar melhorias? A quem interessa esse fracasso? Pagamos valores exorbitantes em impostos e esses valores não são aplicados em Educação de Qualidade e Valorização dos Professores. Se ainda temos dúvidas de  que a crise na educação é planejada? Parece óbvia a resposta.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

FELIZ DIA DO PROFESSOR

Nosso dia da professora e do professor...
Marli Dias Ribeiro


15 de outubro - Dia do Professor


Se em cada estudante que fizer parte de nossa jornada
pudermos transcender conhecimentos, bondade e 
esperança,
O dia do professor será lembrado todos os dias. 

Por isso, nosso desafio e tarefa, prevalecerão na vida, no gesto, e seremos...
Mais que uma fugaz lembrança. 

Ser educador é a rebeldia de quem acredita na capacidade de caminhar rumo ao melhor que outro pode oferecer.

Parabéns aos mestres do Brasil.

EXTREMA VIOLÊNCIA NA ESCOLA

POSSIBILIDADES DE SUPERAÇÃO POR MARLI DIAS RIBEIRO A violência em instituições escolares sempre é um tema que gera debates...

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